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Transtorno de Pânico


Um Ataque de Pânico é um surto abrupto de medo ou desconforto intenso que alcança um pico em minutos e durante o qual ocorrem sintomas como: palpitações, sudorese, tremores, sensação de sufocamento ou asfixia, dor no peito, náuseas, desconforto abdominal, tonturas, desmaio, calafrios, formigamentos, dentre outros.

Já a Síndrome do Pânico é um transtorno onde a manifestação central é a ocorrência de ataques de pânico recorrentes e inesperados, que com o tempo passam a ser desencadeados também por gatilhos específicos.

Devido ao medo de ter novas crises, o indivíduo passa a evitar essas possíveis situações desencadeantes, como túneis, engarrafamentos, aviões, lugares públicos, sair sozinho, etc. Com o tempo, passa a ficar cada vez mais dependente de outros, tem sua liberdade reduzida, assim como suas atividades do cotidiano e sua qualidade de vida ficam muito prejudicadas.

A síndrome pode apresentar-se com surtos episódicos com períodos de remissão espontânea. Entretanto comumente tem sintomatologia grave e contínua, progressiva e complicada com outros transtornos mentais associados.

Ao longo de um ano, a população em geral apresenta cerca de 4% do Transtorno de Pânico. Já os Ataques de Pânico são mais comuns, podendo atingir mais de 11% das pessoas no mesmo período. É mais comum em mulheres e normalmente diagnosticado em adultos jovens, mas pode ocorrer também em crianças e idosos.

As prováveis causas estão relacionadas a fatores biológicos inatos, ou seja, o indivíduo apresenta uma genética com tendência a fenômenos ansiosos. Aliado a isso existem fenômenos que quando vivenciados podem servir como desencadeantes, como estresse, pressões do cotidiano e eventos traumáticos, além do estilo de vida.

O diagnóstico é feito com base na história clínica e no perfil psíquico do paciente. É fundamental afastar outras doenças, tais como distúrbios de tireoide, abuso de substâncias estimulantes, doenças cardíacas e respiratórias, etc.

O tratamento deve ser personalizado para cada caso, mas, em geral, incluem orientações sobre a doença, mudança do estilo de vida (adequação do sono, atividade física, alimentação saudável), psicoterapia e medicamentos.

Se você ou alguém que você conhece estiver passando por isso, busque ajuda. Existem tratamentos e formas para viver melhor e mais feliz. Procure por um profissional e cuide da sua saúde mental.

Dr. Rafael Arceno

Médico Psiquiatra

CRM-SC 18.994 e RQE 14.708

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