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Doença de Parkinson


A doença de Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, neurotransmissor cerebral que ajuda na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática. Na falta dela, particularmente numa pequena região encefálica chamada substância negra, o controle motor do indivíduo é perdido, ocasionando sinais e sintomas característicos da doença.

Não se dispõe, até o momento, de teste diagnóstico ou exame definitivo. O diagnóstico é clínico, feito com base na identificação de uma combinação dos sinais motores cardinais da doença, que são: tremor de repouso, bradicinesia (lentidão anormal dos movimentos), rigidez plástica nas articulações e instabilidade postural. Há ainda os sintomas não motores, como alterações do olfato, depressão, distúrbio comportamental do sono REM, disfunções autonômicas, entre outras.

É necessário excluir fatores que possam estar provocando esses sintomas e “imitando” a doença de Parkinson, o chamado parkinsonismo secundário, bem como identificar síndromes parkinsonianas atípicas, que apresentam tratamento, evolução e prognóstico diferentes. É neste momento então, que utilizamos os exames complementares a fim de auxiliar na exclusão e diferenciação de algumas dessas patologias.

O tratamento da doença de Parkinson é realizado através de terapia medicamentosa com fármacos antiparkinsonianos, em especial, a levodopa, sendo a resposta terapêutica a essa medicação, também parte dos critérios diagnósticos da doença. Além das intervenções farmacológicas, os pacientes podem se beneficiar de um acompanhamento multiprofissional, que inclui fisioterapia, fonoterapia, acompanhamento psicológico e terapia ocupacional, abordando aspectos específicos da reabilitação do paciente com doença de Parkinson. Há ainda, o tratamento cirúrgico, cujo critério fundamental para sua indicação é a refratariedade ao tratamento conservador.

Em muitas ocasiões, especialmente no início da manifestação dos sintomas motores, a diferenciação clínica entre a doença de Parkinson e outras síndromes parkinsonianas pode ser difícil, necessitando do neurologista para seu correto diagnóstico e acompanhamento, bem como na execução e planejamento do manejo terapêutico.

Dra. Amanda Bittencourt

CRM/SC 19987

Médica neurologista – RQE 14929

amanda.bittencourt@injq.com.br

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