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INJQ firma parceria com o laboratório GnTech, que realiza teste genético para identificar remédio ce


Djone Kammers, diretor comercial da GnTech; Dr. João Quevedo, diretor do INJQ, e o psiquiatra Gustavo Feier.

O Instituto de Neurociências Dr. João Quevedo firmou parceria com o laboratório de genética bioinformática GnTech, que realiza teste para identificação de tratamentos mais adequados para depressão, através da relação entre algoritmos e medicina. “Com esse exame eles conseguem identificar quais medicamentos são mais assertivos aos pacientes em depressão e outros transtornos psiquiátricos”, explica o psiquiatra e diretor do INJQ, Dr. João Quevedo.

A diferença entre o remédio certo, que resolve o problema, e o remédio errado, que não faz nenhum efeito, pode ser o seu DNA. “O que acontece hoje é que, quando se tem um paciente com depressão, você toma a decisão a respeito de que remédio vai prescrever baseado em uma série de fatores que não necessariamente são muito objetivos. É um processo de tentativas e erros. Por isso, muitas vezes, o tratamento não funciona ou causa efeitos colaterais”, afirma Dr. Quevedo.

De acordo com o psiquiatra, através do exame Farmacogenético é feita uma avaliação do DNA do paciente, sendo possível identificar qual paciente tem uma chance maior de responder a algumas medicações ou ter efeitos colaterais. “Ou seja, torna o processo de escolha do antidepressivo mais objetiva”, explica o diretor do INJQ.

Segundo Quevedo, pelo menos 10% das pessoas vão ter depressão alguma vez na vida. No caso dos homens são cerca de 7% e das mulheres 15%. “Muitas vezes a pessoa tem depressão, mas não sabe. É uma doença comum e as vezes mal compreendida”, disse. Para mais informações, ligue 0800 006 2307.

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