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  • Dr.ª Amanda Bittencourt

Hipertensão arterial sistêmica


A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma doença multifatorial e um importante fator de risco cardiovascular. De acordo com dados de pesquisa da Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, a HAS estava presente na maioria dos indivíduos com infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e doença arterial periférica.

Além disso, é responsável por 45% das mortes cardíacas e 51% das decorrentes de AVC.

Devido a este seu imenso impacto na saúde e associação com múltiplas doenças, necessitamos dar enfoque a esta doença silenciosa que apresenta tratamento efetivo.

A pressão arterial (PA) considerada normal é aquela cujos níveis pressóricos são ≤ 120/80 mmHg. Acima disso, temos os considerados pré-hipertensos, aqueles com PA ≥ 121 e/ou 81 até 139 e/ou 89 mmHg e os portadores de HAS, caracterizada por níveis ≥ 140 e/ou 90 mmHg de forma sustentada.

Quando realizamos atividade física, sofremos algum estresse ou temos dor, nossa PA pode se elevar momentaneamente por um mecanismo fisiológico, isso não significa que a tenhamos a doença HAS. Para isso, temos que verificar a pressão regularmente utilizando algumas regras, como ficar em repouso em um ambiente calmo durante 3 a 5 minutos, não conversar durante a medição, não estar com a bexiga cheia e nem sentindo dor, evitar exercícios físicos há pelo menos 60 minutos, não ter ingeriu bebidas alcoólicas, café ou alimentos e não fumar nos 30 minutos anteriores.

Após realizado o diagnóstico de HAS por seu médico, o tratamento deve ser iniciado com enfoque em mudanças no estilo de vida: controle do peso corporal; medidas nutricionais com ênfase no consumo de alimentos saudáveis e baixo consumo de sal (menos do que 2g de sódio ou 5g de cloreto de sódio por dia) e de bebidas alcoólicas (no máximo 1 dose para mulheres e pessoas com baixo peso e 2 doses para homens - 1 dose contém cerca de 14g de etanol e equivale a 350 ml de cerveja, 150 ml de vinho e 45 ml de bebida destilada); prática de exercícios físicos, em especial os aeróbicos; cessação do tabagismo; controle de estresse, entre outros. Além disso, assim que indicado tratamento com medicamentos, este deve ser realizado de forma contínua.

Estimular o diagnóstico precoce, o tratamento contínuo, o controle da pressão arterial e de fatores de risco, por meio da modificação do estilo de vida e/ou uso regular de medicamentos são os objetivos ideais a serem alcançados para termos uma vida longa e saudável.

Dra Amanda Bittencourt

Médica – CRM-SC 19987

Especialista em neurologia – RQE 14929

amanda.bittencourt@injq.com.br

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