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  • Dr.ª Ritele Hernandez da Silva

Janeiro Branco: saúde mental o ano todo

A campanha Janeiro Branco, de combate ao adoecimento emocional, acabou, mas as medidas de prevenção de transtornos mentais e de valorização da saúde mental continuam o ano inteiro.


Janeiro Branco e a saúde mental


Em uma época marcada pela valorização da super produtividade e pelo imediatismo, algumas questões acabam sendo desvalorizadas. Porém, com o crescente número de pessoas diagnosticadas com algum transtorno mental, a saúde mental, tema por tempos negligenciado, passa a estar presente em muitas discussões.


Como apoio, em 2014 nasceu o Janeiro Branco, campanha que busca dar rede de apoio àqueles diagnosticados com algum transtorno mental para que haja melhoria no panorama, além de construir uma conscientização coletiva, combater os tabus e mudar de paradigmas.


Brasil e os transtornos mentais


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no cenário atual, os transtornos mentais compõem o grupo dos grandes problemas da saúde mundial. Isso é devido à grande prevalência e também a expressivas consequências desses transtornos.


Elas acometem não somente ao indivíduo afetado diretamente e às pessoas com quem ele convive, mas também impactam na economia e nos processos sociais. O Brasil é um dos líderes no ranking de transtornos mentais, com taxas muitas vezes superiores às do restante do mundo.


Fatores de risco


Existem múltiplos fatores que podem colocar alguém em uma situação de risco que prejudique a saúde da mente, o que é caminho para desenvolver algum transtorno.


É a junção de determinantes individuais, como a qualidade de suas relações, sua capacidade de adaptação e administração de pensamentos e emoções, a exposição ao estresse, fatores genéticos, como é sua nutrição, somado a determinantes sociais, econômicos e políticos.


Por isso, se ater a fatores que possam ser modificados é relevante para prevenir o desenvolvimento de doenças.


Medidas de prevenção


Algumas dicas são manter uma boa alimentação e atividade física, tratar comorbidades pré-existentes, cercar-se de um ambiente protetor, preferindo as boas relações, buscando estar integrado a um grupo, seja ele religioso ou comunitário.


Também é importante buscar um especialista quando precisar de auxílio para uma abordagem precoce, o que costuma trazer melhores prognósticos.


Diante de toda essa realidade, é importante que haja a disseminação de informações a respeito das temáticas sobre Saúde Mental, suas políticas públicas e intervenções adequadas.


Faça o pacto pela Saúde Mental: todo cuidado conta!


Ritele Hernandez da Silva

Médica Psiquiatra

CRM-SC 11.444 | RQE 11.334

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