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Conhecendo as cefaleias


Cefaleia, popularmente conhecida como dor de cabeça, é uma doença que afeta significativamente a população e traz consequências na qualidade de vida e bem-estar de quem é acometido por ela.

As cefaleias primárias, aquelas em que o sintoma de dor de cabeça é a própria doença, são divididas em enxaqueca, cefaleia tensional e cefaleias trigêmino-autonômicas (em salvas).

A mais frequente é a cefaleia tensional, caracterizada por dor dos dois lados da cabeça, em aperto/pressão, de leve a moderada intensidade e que geralmente permite que o indivíduo mantenha suas atividades habituais. Por esse mesmo motivo, é muitas vezes negligenciada, fazendo com que aqueles que com ela sofrem não procurem assistência médica.

A enxaqueca por sua vez é uma dor unilateral, pulsátil/latejante, associada a náuseas e/ou vômitos, sensibilidade à luz e ao barulho e que com frequência é associada ao absenteísmo ao trabalho devido sua forte intensidade.

Por fim, a cefaleia em salvas, uma das mais conhecidas entre as cefaleias trigêmino-autonômicas, é uma dor unilateral próxima a um dos olhos, forte, associada a vermelhidão conjuntival, lacrimejo, congestão nasal, rinorreia/coriza, edema e/ou queda da pálpebra e muita inquietude.

Todos esses tipos de cefaleia têm tratamento, tanto para as crises agudas de dor, como para reduzir a frequência e intensidade da dor ao longo do tempo (tratamento profilático), unindo tanto medidas farmacológicas como comportamentais.

Outro motivo para a procura do médico é realizar o diagnóstico correto, pois também existem as cefaleias secundárias, em que a dor desta vez é o sintoma e não a doença, como por exemplo, perturbações vasculares (acidente vascular cerebral), infecção, traumatismo, uso de substâncias ou a sua privação, entre outros.

É preciso estar atento aos sintomas de alarme que indicam que algo pode estar por trás da cefaleia, como início da dor após os 50 anos, dor que acorda no meio da noite, associação com fraqueza em um lado do corpo ou com febre, mudança das características da dor, dor desencadeada pelo esforço, bem como a possíveis alterações que o médico pode identificar no exame neurológico.

Dra. Amanda Bittencourt

CRM/SC 19987

Médica Neurologista – RQE 14929

amanda.bittencourt@injq.com.br

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